• ANGOLA ACOLHE A PRIMEIRA REUNIÃO DE INSPECTORES GERAIS DO SECTOR DE DEFESA DA CPLP


    Decorre desde manhã de hoje, no hotel Diamante, a primeira reunião dos Inspectores Gerais do Sector de Defesa da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa sob lema “Harmonizar os procedimentos de inspecção do sector da defesa dos Estados-Membros da CPLP para promover a transparência e a legalidade.”

    O acto foi presidido pelo Secretário de Estado para os Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, em representação do Titular da Pasta da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, que na sua intervenção afirmou que a presente reunião constitui um marco histórico no reforço da cooperação técnico-institucional entre os órgãos responsáveis pela inspecção, auditoria e fiscalização no Sector da Defesa.

    Sublinhou ainda, que no contexto internacional marcado por desafios complexos, novas ameaças à segurança, assim como restrições orçamentais e crescente exigência de prestação de contas, torna-se imperioso que os mecanismos de controlo interno sejam sólidos, modernos e harmonizados.

    “A harmonização dos procedimentos de inspecção, significa aproximar metodologias, partilhar padrões de referência, definir princípios orientadores comuns e fortalecer a interoperabilidade institucional, respeitando plenamente a soberania e os enquadramentos jurídicos de cada Estado-Membro, disse”.

    Neste sentido, salientou que a cooperação entre os Estados-Membros da CPLP no domínio da inspecção representa também um contributo para a estabilidade regional e para a afirmação da Comunidade como espaço de governação responsável e comprometida com elevados padrões de integridade.

    De acordo agenda de trabalhos, a reunião tem a duração de dois dias e participam delegações provenientes dos Estados–Membros dos referidos países.

    De realçar que a primeira reunião visa a partilha de experiências e de boas práticas, discutir metodologias de auditoria e inspecção adaptadas às novas realidades tecnológicas e operacionais, bem como reflectir sobre mecanismos de cooperação permanente entre as Inspecções-Gerais de Defesa e, sobretudo, lançar as bases para uma plataforma estruturada de intercâmbio técnico e capacitação contínua.