Notícias



Clique para assistir o vídeo!

MINDENACVP Realiza fase de reclamação e processo de Recadastramento dos antigos combatentes

Governo 22-10-2026
CANCRO DA MAMA NOS HOMENS: A IMPORTÂNCIA DA INFORMAÇÃO PARA SALVAR VIDAS

O cancro da mama é uma doença frequentemente associada às mulheres, mas que também pode afectar os homens, embora seja menos comum. Por falta de informação, muitos homens desconhecem os sinais de alerta, desvalorizam alterações no peito ou procuram ajuda médica tardiamente, dificultando o tratamento da doença.

É precisamente para quebrar mitos, combater o preconceito e promover uma cultura de prevenção que realizamos esta entrevista, procurando esclarecer as principais dúvidas sobre os factores de risco, os sinais e sintomas, o diagnostico e a importância do acompanhamento médico.

Para nos ajudar a compreender melhor esta realidade, acompanhe a entrevista com a Doutora Jéssica Sanches Campos Corujo, especialista em Cirurgia Geral e Coordenadora da Unidade de Oncologia do hospital Militar Principal/ Instituto Superior.

P:Doutora Jéssica Corujo, o que é o cancro da mama e como se manifesta nos homens?
R: O cancro da mama é um tumor maligno que nasce nas células da glândula mamária, geralmente nos canais que conduzem o leite (carcinoma ductal). Os homens também têm tecido mamário, embora em pequena quantidade, situado por trás do mamilo e da aréola. Nos homens, a doença manifesta-se quase sempre como um nódulo (caroço) duro, indolor, localizado por baixo ou junto ao mamilo, habitualmente só de um lado. Pode acompanhar-se de retracção do mamilo, saída de líquido ou sangue pelo mamilo, feridas na pele ou gânglios aumentados na axila.

P:Sendo uma doença frequente associada às mulheres, por que razão também pode surgir aos homens?
R:Porque o homem também tem glândula mamária. Até à puberdade, a mama do menino e da menina são praticamente iguais; depois, nas mulheres, os hormónios femininas fazem a glândula desenvolver-se e, nos homens, ela fica pequena, mas não desaparece. Onde há células mamárias, pode haver cancro. É muito menos frequente no homem porque ele tem menos tecido mamário e menos exposição ao estrogénio, mas o risco não é zero. Aliás, a maioria dos cancros da mama no homem é hormona dependente, ou seja, cresce sob estímulo dos estrogénios que o homem também produz em pequena quantidade.

P:Qual é a incidência do cancro da mama na população masculina?
R:Em todo o mundo, o cancro da mama masculino representa cerca de 1% de todos os casos de cancro da mama. É uma doença rara, mas real. Em Angola, segundo as estimativas mais recentes da Agência Internacional de Investigação do Cancro (IARC/GLOBOCAN), o cancro da mama é o cancro mais frequente no país, com cerca de 4 600(quatro mil e seiscentos) novos casos e 2 100(dois mil e cem) mortes por ano. Em Luanda, os registos de base hospitalar coordenados pelo Instituto Angolano de Controlo do Câncer contabilizaram cerca de 20 000 (vinte mil), casos de cancro entre 2012 e 2025; o cancro da mama foi o mais frequente na mulher, com mais de 4 500(quatro mil e quinhentos) casos, e foram registados também cerca de 50 (cinquenta) casos em homens, ou seja, cerca de 1 em cada 100 casos de cancro da mama, tal como no resto do mundo. No Hospital Militar Principal, entre 2025 e 2026, registámos 17 casos de cancro da mama, dos quais, 1 num homem.

P:Doutora, quais são os principais factores de risco para o desenvolvimento desta doença?
R:Os principais factores de risco são:
• Idade: a maioria dos casos surge depois dos 60 anos;
• História familiar de cancro da mama, do ovário ou da próstata, em homens ou mulheres da família;
• Mutações genéticas hereditárias, sobretudo no gene BRCA2 e, em menor grau, BRCA1, PALB2 e CHEK2;
• Excesso de estrogénio no organismo: obesidade, doenças do fígado (como a cirrose), consumo excessivo de álcool e uso de medicamentos ou hormonas que contenham estrogénios;
• Síndrome de Klinefelter, uma alteração genética rara;
• Doenças ou lesões dos testículos;
• Exposição prévia do tórax a radiação.
Ter um ou mais factores de risco não significa que a pessoa vai ter cancro, mas exige mais atenção.

P:Quais são os primeiros sinais de alerta a que os homens devem estar atentos?
R:O sinal mais comum é um caroço duro, geralmente indolor, por baixo do mamilo ou da aréola, de um só lado. Também devem chamar a atenção: o mamilo que fica virado para dentro, a saída de líquido ou sangue pelo mamilo, uma ferida no mamilo ou na pele da mama que não cicatriza, e um caroço na axila. Qualquer destas alterações que dure mais de duas a três semanas deve levar o homem a uma consulta.

P:O aparecimento de um caroço na mama masculina significa necessariamente cancro?
R: Não. A causa mais frequente de aumento da mama no homem é a ginecomastia, que é um crescimento benigno do tecido mamário, muitas vezes dos dois lados, mole, por vezes dolorosa, relacionada com alterações hormonais, excesso de peso, alguns medicamentos ou doenças do fígado. Também podem surgir quistos ou lipomas. Mas um caroço duro, indolor, de um só lado, fixo ou que vai crescendo, deve ser avaliado por um médico. Só o médico, com os exames adequados, pode dizer se é benigno ou maligno. O erro é esperar.

P:Doutora, as alterações no mamilo ou na pele, podem indicar a presença da doença?
R: Sim. Além do caroço, devemos estar atentos a: mamilo retraído ou desviado; saída de líquido, sobretudo com sangue, pelo mamilo; vermelhidão, descamação ou ferida no mamilo ou na aréola; pele da mama engrossada, com aspecto de "casca de laranja"; ferida que não cicatriza; e gânglios aumentados na axila. Nos casos avançados podem surgir dores ósseas, cansaço, perda de peso ou falta de ar, sinais de que a doença já se espalhou.

P:A partir de que idade os homens devem estar atentos a estas alterações?
R: Todos os homens devem conhecer o próprio corpo, em qualquer idade. O risco aumenta com a idade e a maioria dos casos aparece depois dos 50–60 anos, por isso a partir dos 50 anos a atenção deve ser maior. Os homens com familiares directos com cancro da mama, do ovário ou da próstata, ou com mutação genética conhecida, devem estar atentos mais cedo, idealmente a partir dos 35 anos, e falar com o seu médico sobre vigilância regular. Não há rastreio por mamografia para todos os homens, como há para as mulheres; por isso, a auto-observação e a consulta perante qualquer alteração são fundamentais.

P:Como é feito o diagnóstico do cancro da mama nos homens?
R: O diagnóstico começa na consulta: o médico ouve a história clínica e familiar e faz o exame físico das duas mamas e das axilas. Se houver alteração suspeita, pedem-se exames de imagem e, a seguir, a biópsia, que é o único exame que confirma o cancro. No Hospital Militar Principal/Instituto Superior (HMP/IS) já temos este circuito montado: consulta de mastologia ou oncologia cirúrgica, imagiologia, biópsia e resultado histológico completo.

P:Que exames são necessários para confirmar a existência da doença?
R: A mamografia e ecografia mamária, para ver o nódulo e as axilas;
• Biópsia com agulha grossa (biópsia por agulha), que retira um pequeno fragmento do nódulo para análise ao microscópio — é este exame que confirma o diagnóstico;
• Imunohistoquímica, que mostra se o tumor é sensível às hormonas (receptores de estrogénio e progesterona) e à proteína HER2, e que orienta o tratamento;
• Exames de estadiamento, para saber se a doença se espalhou: análises, radiografia ou TAC do tórax e abdómen, cintigrafia óssea, conforme o caso;
• Teste genético (BRCA e outros genes), que deve ser proposto a todos os homens com cancro da mama.

P:Quais são os tratamentos disponíveis para os homens diagnosticados com cancro da mama?
R: O tratamento é semelhante ao da mulher e é decidido em reunião multidisciplinar, com cirurgião, oncologista, radioterapeuta, patologista e imagiologista.
No HMP/IS discutimos os casos em reuniões semanais de teleoncologia com parceiros nacionais e internacionais.
As opções são:
• Cirurgia: geralmente mastectomia (retirada da mama) com avaliação dos gânglios da axila (biópsia do gânglio sentinela ou esvaziamento axilar);
• Hormonoterapia: como mais de 90% dos tumores masculinos são sensíveis às hormonas, o tamoxifeno durante 5 a 10 anos é um pilar do tratamento;
• Quimioterapia, antes ou depois da cirurgia, conforme o caso;
• Terapia dirigida anti-HER2, quando o tumor tem essa característica;
• Radioterapia, em casos seleccionados.
Com a abertura da Unidade de Oncologia do HMP/IS, iniciaremos a realização de quimioterapia no nosso hospital, podem assim acompanhar o doente desde o diagnóstico até ao fim do tratamento.

P:Quando detectado precocemente, quais são as possibilidades de tratamento e de cura?
R: São muito boas. Quando o cancro é descoberto numa fase inicial, ainda pequeno e sem atingir os gânglios, a sobrevivência aos 5 anos é superior a 90% e muitos doentes ficam curados. O problema é que, nos homens, o diagnóstico costuma ser feito mais tarde do que nas mulheres, porque não esperam ter esta doença e demoram a procurar ajuda. Em Angola, a maioria dos cancros da mama ainda chega ao hospital em fase avançada, quando o tratamento é mais agressivo, mais caro e com menos hipóteses de cura. O diagnóstico precoce é a diferença entre curar e controlar a doença.

P:Doutora, o cancro da mama nos homens pode ser hereditário?
R: Pode sim. Cerca de 10 a 20% dos homens com cancro da mama têm uma mutação genética hereditária, sobretudo no gene BRCA2. Por isso, todos os homens com cancro da mama devem fazer aconselhamento e teste genético. E isto tem consequências para a família: se o homem tiver a mutação, as filhas, irmãs e outros familiares podem também tê-la e ter maior risco de cancro da mama, do ovário, da próstata e do pâncreas. O cancro da mama num homem é, muitas vezes, um alerta para toda a família.

P:Existem medidas que os homens podem adoptar para reduzir o risco de desenvolver está doença?
R: Alguns factores, como a idade ou a genética, não podemos mudar. Mas podemos reduzir o risco com: manter um peso saudável; fazer actividade física regular; evitar ou reduzir o consumo de álcool; não fumar; não usar hormonas ou anabolizantes sem indicação médica; tratar as doenças do fígado; e, para quem tem história familiar, informar o médico e fazer vigilância. E, acima de tudo, conhecer o próprio corpo e ir à consulta perante qualquer alteração.

P:Qual é a importância de conhecer o próprio corpo e procurar assistência médica perante alterações suspeitas?
R: É fundamental. Quem conhece o seu corpo percebe mais cedo quando algo muda. Recomendo que o homem, durante o banho, uma vez por mês, apalpe as duas mamas e as axilas e observe os mamilos ao espelho. Se notar um caroço, uma ferida, saída de líquido ou o mamilo retraído, deve procurar o médico. Não é para ter medo, é para agir a tempo: um cancro descoberto cedo trata-se com menos sofrimento e com muito mais hipóteses de cura.

P:Doutora, temos registo de algum caso diagnosticado a nível das FAA?
R: Sim. É um caso raro, mas que confirma que esta doença também existe entre os nossos homens fardados, e é por isso que esta sensibilização é tão importante.

P:Quantos casos temos registados em efectivos das FAA (Mulheres e Homens)?
R: Desde que começamos com o serviço oncológico no HMP/IS, em 2025, registámos 17 casos de cancro da mama, sendo 7 em 2025 e 10 em 2026, dos quais, 16 em mulheres e 1 em homem. O cancro da mama está entre os cinco cancros mais frequentes no nosso hospital, a seguir os cancros da próstata, da cabeça e do pescoço, do colo do útero e do esófago. As doentes acometidas tinham entre 34 e 70 anos, o que mostra que em Angola esta doença atinge mulheres mais jovens do que na Europa. O dado mais preocupante é que todos os casos, chegaram a nossa Unidade tardiamente e em estado avançado da doença.No entanto, estamos a consolidar o registo oncológico hospitalar do HMP/IS, para conhecermos com rigor a realidade das FAA e planearmos melhor os cuidados.

P:Existem programas de acompanhamento e apoio psicológico para militares diagnosticados com a doença?
R: Sim, existe. O apoio psicológico faz parte do tratamento oncológico, porque o diagnóstico do cancro afecta o doente e toda a família. Para os homens com cancro da mama, a situação é ainda mais complexa, pelo facto de se associar a situação, o peso do estigma de ter uma "doença comum em mulher" e as alterações da imagem corporal após a cirurgia. O nosso objectivo, com a Unidade de Oncologia, é acompanhar o militar e a sua família durante todo o percurso: diagnóstico, tratamento e seguimento.

P:Doutora, o preconceito e a vergonha podem levar os homens a procurarem ajuda médica tardiamente?
R: Sim, muito. Muitos homens não sabem que podem ter cancro da mama e, quando notam um caroço, sentem vergonha de falar sobre a mama ou têm receio de serem vistos como menos homens. Outros acham que é apenas "gordura" e vão adiando. Este atraso faz com que, nos homens, a doença seja muitas vezes diagnosticada em fase mais avançada. Por isso é importante falar abertamente: o cancro da mama não escolhe sexo, e procurar ajuda é um acto de responsabilidade e de coragem.

P:Que recomendações deixa aos homens e mulheres que identificam um caroço ou outra alteração na mama?
R: Não entrar em pânico, mas também não esperar. Se notar um caroço, uma ferida, saída de líquido pelo mamilo ou outra alteração que dure mais de duas a três semanas, procure uma consulta médica. Não aplique tratamentos caseiros ou tradicionais, que só fazem perder tempo. Não tenha vergonha de falar com o médico. No HMP/IS a consulta está disponível para os militares, as suas famílias e os beneficiários; estamos preparados para avaliar, fazer a biópsia e encaminhar o tratamento.

P:Que mensagem gostaria de transmitir a população masculina sobre a importância do diagnóstico precoce?
R: O cancro da mama também atinge homens. É raro, mas existe, e quando é descoberto cedo tem cura. Conheça o seu corpo, não ignore os sinais e não deixe que a vergonha ou o preconceito decidam por si. Procurar o médico a tempo pode salvar a sua vida.

P.Doutora em jeito de conclusão que conselho que deixa aos homens para protegerem a sua saúde?
R: Cuidar da saúde é também uma missão. O meu principal conselho é: vá ao médico regularmente, mesmo quando se sente bem, e não ignore os sinais do seu corpo. Mantenha um estilo de vida saudável — alimentação equilibrada, exercício físico, pouco ou nenhum álcool e não fumar — conheça a história de saúde da sua família e partilhe-a com o médico. Um militar saudável protege-se a si, à sua família e à Nação.

Agradecemos à doutora Jéssica Sanches Campos Corujo, especialista em Cirurgia Geral e Coordenadora da Unidade de Oncologia do hospital Militar Principal/ Instituto Superior, pela disponibilidade, pelos valiosos esclarecimentos e pela partilha de informação tão importante sobre o cancro da mama nos homens.

A sua contribuição foi fundamental para reforçar a consciencialização sobre esta doença, desmistificar preconceitos e destacar a importância da prevenção, do diagnostico precoce e da procura atempada de assistência médica e medicamentosa.

No âmbito do Outubro Rosa, fica o apelo para que os homens também estejam atentos a sua saúde, porque a informação, a atenção aos sinais e diagnóstico precoce podem fazer a diferença na luta contra o cancro da mama.

Fonte: GCII/MINDENACVP
Governo 20-10-2026
SECRETÁRIO DE ESTADO PARA DEFESA NACIONAL DESTACA IMPORTÂNCIA DA SAÚDE MENTAL PARA O DESEMPENHO PROFISSIONAL

O secretário de Estado para Defesa Nacional, Domingos Tchikanha destacou nesta terça-feira, 20 de outubro, em Luanda, a importância da saúde mental na promoção do bem-estar físico, psicológico e emocional dos efectivos e funcionários, considerando-a um facto essencial para o fortalecimento da disciplina e da prontidão.

Domingos Tchikanha, falava na abertura do ciclo de palestras sobre a Saúde Mental e Acidente Vascular Cerebral (AVC), em representação do Ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria Lúcio Amaral, promovido pelo Sector, através da Direcção Nacional dos Recursos Humanos.

Na ocasião, o secretário de Estado para Defesa Nacional, realçou a necessidade de se reforçar a sensibilização para saúde mental, tendo em conta a sua importância no bem-estar individual e colectivo no cumprimento das responsabilidades profissionais.

Por sua vez, a psicóloga clínica, Major Josefina Vieira reconheceu a influência da saúde mental no comportamento, nas relações interpessoais e na capacidade de lidar com situações de pressão no ambiente de trabalho.

A especialista apelou aos participantes à necessidade de prevenir situações de desgaste emocional e incentivar a procura de apoio especializado, de modo a contribuir para um ambiente de trabalho mais saudável e produtivo.

O ciclo de palestras contou igualmente com a preleção da médica neurologista, Capitão de Corveta Suzete Paulo, que chamou a atenção aos sinais de alerta do AVC e adopção de medidas preventivas, através do controlo dos factores de risco e da promoção de hábitos de vida saudáveis.

A referida actividade enquadra-se nos esforços de promoção da saúde e do bem-estar dos efectivos e funcionários do sector da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, visando contribuir para melhoria da qualidade de vida e desempenho profissional.

O ciclo de palestras contempla ainda para o dia 27 de outubro, a abordagem sobre a prevenção do cancro da mama, no âmbito do Outubro Rosa.

Fonte: GCII/MINDENACVP
Governo 20-10-2026
EMPOSSADOS NOVOS QUADROS DO MINISTÉRIO DA DEFESA NACIONAL, ANTIGOS COMBATENTES E VETERANOS DA PÁTRIA

A cerimónia de tomada de posse, presidida pelo Ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Lúcio Amaral teve lugar nesta segunda-feira, 19 de outubro, no salão Nobre do MINDENACVP.

Na cerimónia, foram empossados, a directora Adjunta da Direcção Nacional de Infra-Estruturas, Luísa Quinta, chefes de departamento do Instituto de Defesa Nacional, chefes de secção da Direcção Nacional de Protecção dos Objectivos Estratégicos e da Direcção Nacional dos Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria .

Aos empossados, o Ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria Lúcio Amaral dirigiu palavras de orientação e de encorajamento, pois, as responsabilidades que acabam de assumir, exige elevado sentido de Estado, competência profissional, lealdade institucional, disciplina, integridade e permanente disponibilidade para servir o interesse público.

Avançou que o desempenho de cargos no Sector da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, exige dirigentes e responsáveis capazes de compreender a dimensão estratégica das suas atribuições, antecipar-se aos desafios, tomar decisões ponderadas e assegurar a execução rigorosa das orientações superiores.

Para o Ministro Lúcio Amaral, cada quadro deve ter consciência de que o seu desempenho individual influência o funcionamento colectivo da instituição.

Por isso, apelou ao rigor, pontualidade, dedicação e o cumprimento das tarefas que devem constituir marcas permanentes dos recém-empossados.

Participaram da cerimónia de tomada de posse, os secretários de Estado para Indústria Militar, Afonso Neto, Para Protecção dos Objectivos Estratégicos António Queirós, representante dos Serviços de Inteligência Militar, Directores Nacionais, Director-Geral do Instituto de Defesa Nacional e assessores do Ministério da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria.

Fonte: GCII/MINDENACVP
Governo 19-10-2026
MINDENACVP PROMOVE CICLO DE PALESTRAS SOBRE O CANCRO DA MAMA, SAÚDE MENTAL E AVC

O Ministério da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, realiza nos dias 20 e 27 de outubro, um ciclo de palestras dedicado ao Outubro Rosa, a saúde mental e ao Acidente Vascular Cerebral (AVC), com objectivo de reforçar a sensibilização e a prevenção de doenças, bem como promover hábitos de vida saudáveis.

A iniciativa enquadra-se nas acções de promoção da saúde e do bem-estar dos efectivos e trabalhadores da instituição, visando estimular a produtividade, fortalecer o compromisso institucional, e criar condições para um desempenho profissional mais eficiente, seguro e sustentável.

Dentre os temas a abordar, estão à importância do diagnóstico precoce do cancro da mama, os cuidados com a saúde e a identificação dos principais sinais de alerta do AVC.

No âmbito do Outubro Rosa, serão destacadas questões relacionadas com o rastreio, o acompanhamento médico regular e o diagnóstico precoce do cancro da mama, considerados essências para aumentar as possibilidades de prevenção e tratamento.

A saúde mental constitui igualmente um dos temas em análise, com enfoque na importância do equilíbrio emocional, a prevenção do stress e a procura de apoio especializado perante situações que afectem o bem-estar pessoal e profissional.

Por sua vez, a abordagem sobre o AVC vai incidir-se sobre os factores de risco, os sinais de alerta e a necessidade de assistência médica imediata perante sintomas desta doença.

Com a realização deste ciclo de palestras, o Ministério da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria pretende contribuir para o reforço das acções sobre, educação para saúde, incentivando a adopção de comportamentos que contribuam para melhoria da qualidade de vida dos seus efectivos.

Fonte: GCII/MINDENACVP
Governo 18-10-2026
MINISTRO DA DEFESA NACIONAL, ANTIGOS COMBATENTES E VETERANOS DA PÁTRIA PARTICIPA NA 1ª SESSÃO MINISTERIAL DA COMISSÃO BINACIONAL ANGOLA – NAMÍBIA

O ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria, Lúcio Amaral participou na manhã deste domingo, 18 de Outubro, da 1ª Sessão ministerial da Comissão Binacional Angola– Namíbia, que decorreu em Luanda, dedicada à análise de compromissos e definição de novas prioridades de cooperação.

As relações políticas e diplomáticas entre a República de Angola e a República da Namíbia, estiveram no centro do discurso do ministro angolano das Relações Exterior, Teté António, que reconheceu os avanços significativos das mesmas, com mais de 60 Acordos celebrados que contribuíram para o estreitamento das relações mutuamente vantajosas em vários sectores indispensáveis para promoção dos interesses comuns.

Teté António, que falava na cerimónia de abertura, considerou o evento como uma oportunidade para passar em revista e actualizar os principais desenvolvimentos a nível bilateral bem como as perspectivas dos respectivos países em continuar a desenvolver a cooperação para melhoria das condições de vida dos dois povos.

A ministra namibiana das Relações Exteriores e Comércio, Selma Ashipala Musavyi reafirmou a intensão do seu país em dinamizar as relações e identificar novas áreas de interesse comum, com vantagens mútuas para os dois países e povos.

Antecedeu a Sessão ministerial da Comissão Binacional Angola – Namíbia, as reuniões dos Altos funcionários e dos subcomités de Diplomacia, Económico, Social e de Defesa e Segurança.

Fonte: GCII/MINDENACVP

mindenacvp.gov.ao Ministro da Defesa Nacional, Antigos Combatentes e Veteranos da Pátria

Lúcio Gonçalves do Amaral



Entidades Tuteladas


Canais de Atendimento


Parceiros